Curiosidades da vida de Frankl

Você sabia que o Frankl considerava a fé incondicional ou simplesmente nada. Pois é, isso quer dizer que no campo de concentração de Auschewits os prisioneiros afirmavam sua religiosidade no campo de concentração e também fora, consolidando uma crença no transcendente.

Era uma criança muito apegada aos pais, embora terrível , segundo sua mãe. Viktor veio ao mundo no café Siller, em Viena em 26 de marco de 1905... um completo ariano feito a psicóloga aqui. Ele relata em seu último livro "O que não está escrito em meus livros - memórias" que sua mãe era uma pessoa boníssima e muito devota e que só dormia ao cantarolar de "Fique quieto menino terrível - aconteceu a muito tempo, muito tempo." Abaixo deixo as fotos de seus pais.

Frankl perdeu seus pais no campo de concentração, mas lembrava deles com muito respeito.

Depois que meu pai morreu em Theresienstadt e fiquei sozinho com minha mãe, resolvi beijá-la sempre que a encontrasse e sempre que ela se despedisse de mim, para garantir que se algum dia algo nos separasse, teríamos nos despedido e partido de bem um com o outro.
E no momento em que isso realmente aconteceu, quando fui levado a Auschwitz com minha mulher Tilly e me despedi de minha mãe, pedi-lhe no último instante: "Me abençoe, por favor': E nunca esquecerei como ela disse com um grito que saiu de muito fundo, e que só posso chamar de apaixonado: "Sim, sim, eu te abençoa" - e daí me abençoou. Isso foi mais ou menos uma semana antes de também ela ter sido levada a Auschwitz e de lá diretamente às câmaras de gás.
- Frankl, Viktor E., 1905-1997
O que não está escrito nos meus livros : memórias I Viktor E. Frankl,
tradução de Cláudia Abeling- São Paulo : É Realizações, 2010.ohn Smith

Seu pai era o típico judeu crítico, mais tarde denominado no EUA como judaísmo reformado e com pensamentos estoicos dizia às pessoas que comumente estavam em Pânico : mantenhamos o ânimo, Deus já vai dar um jeito.

Nos últimos dias da vida do pai, Frankl deu uma morfina para aliviar o sofrimento dele, ele estava com edema pulmonar grave, dificuldade extrema respiratória antes da morte, aos seus 81 anos, totalmente desnutrido, mas o mais impressionante é que em fase terminal seu pai não queixara-se, negando dor, negando desejos e também recusando-se a falar qualquer coisa. Assim, Frankl saiu de Viena com sensação de dever cumprido, de ter evitado o sofrimento dos seus pais.

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